Vai pensamento! Na noite azul minha alma flutua! Quero voar nos braços do vento, Quero vogar nos braços da Lua! Vai, minha alma, branco veleiro, vai sem destino, a bússola tonta... Por oceanos de nevoeiro corre o impossível, de ponta a ponta. Quebra a gaiola pássaro louco! Não mais fronteiras, foge de mim, que a terra é curta, que o mar é pouco, que tudo é perto, princípio e fim. Castelos fluídos, jardins de espuma, ilhas de gelo, névoas, cristais, palácios de ondas, terras de bruma, Asa....., mais alto, mais alto, mais......! |
13 de abr. de 2008
Asa no espaço
12 de abr. de 2008
11 de abr. de 2008
10 de abr. de 2008
Eu recomendo!
"As Pontes de Madison". Uma história de amor que encanta por retratar o amor na idade adulta, quando pouco de nós espera alguma coisa a mais da vida; quando nossos sonhos de adolescência foram esquecidos, e a lembrança de que um dia sonhamos é algo que nos faz analisar e questionar toda uma existência. Quase ao final do filme, quando Francesca pede aos filhos que aceitem seu último desejo, dizendo que deu sua vida à família, e quer deixar para Robert o que restou dela, é impossível não entregar os pontos, as lágrimas, o coração e a alma para Clint Eastwood. Mas As Pontes de Madison não pára por aí. O filme toca em assuntos delicados e difíceis, não somente nas mazelas de um casamento ou de uma vida à dois. É um filme sobre oportunidades, perdas e sacrifícios. Tudo representado por uma mãe, que sacrifica a chance de viver plenamente feliz com uma pessoa para terminar de criar os seus filhos; que vive a dor de um amor perdido que ecoa para todo o sempre, a oportunidade de se realizar um sonho mas ser impedido pela realidade. Sorte de quem já teve a sua Ponte de Madison! Saiba mais…-
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"O caçador de pipas" Este romance nos põe diante de perguntas conhecidas: até onde podemos ir para conquistar amor e aprovação? Quantos de nós têm direito a uma segunda chance? Uma história sobre amor, honra, caráter, culpa, medo e redenção: dois meninos unidos em um mundo dividido por opções políticas e sociais. Recomendo o livro ao filme. Saiba mais...
"O caçador de pipas" Este romance nos põe diante de perguntas conhecidas: até onde podemos ir para conquistar amor e aprovação? Quantos de nós têm direito a uma segunda chance? Uma história sobre amor, honra, caráter, culpa, medo e redenção: dois meninos unidos em um mundo dividido por opções políticas e sociais. Recomendo o livro ao filme. Saiba mais...
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"A Pele do Desejo". Além da sensibilidade do roteiro e da direção e atuação competentes, o filme traz um questionamento básico sobre as oportunidades perdidas e a economia inútil da felicidade. Esse é um filme para se ver sozinho ou em casal. Não é um filme para grupos de amigos porque necessita de um senso de introspecção. Exige uma intimidade com a própria história, que os grupos podem desvirtuar ou constranger. É uma história de amor, mas é também muito mais que isso, trata-se de uma história de decisões que desencadeiam uma série de conseqüências quase previsíveis, porém nem sempre desejadas. A pergunta que resta é: E se fosse diferente? Essa é também a nossa pergunta, só com um enfoque pró ativo: E se eu quiser que seja diferente a partir de agora? Quem possui a resposta é você. Saiba mais...
9 de abr. de 2008
8 de abr. de 2008
Mãos estendidas
Mãos que tocam para completar o sentido da visão;
Mãos que sentem a aspereza, a dureza, a maciez, a umidade, a secura, o quente e o frio.
Mãos que gesticulam tentando explicar a fala;
Mãos que acalentam, embalam e acalmam;
Mãos que seguram, agarram, dão sustentação e firmeza ao corpo que se desequilibra;
Mãos de mãe, mãos de pai, mãos de filhos, mãos de irmã e irmão,
Mãos do mesmo sangue, que se defendem.
Mãos que batem, surram, esmurram quando se querexpressar zanga, indignações,
e ao mesmo tempo...
Mãos que afagam e abafam a dor desses sentimentos, do sofrimento, da dor.
Mãos que indicam o caminho;
Mãos indispensáveis, que vestem, lavam, dá aquela coçadinha gostosa.
Mãos que embelezam a estética corporal,
Mãos de todos os tipos, todas as cores, bonitas e feias, porém, insubstituíveis...
Mãos de amantes que se entrelaçam, se encaixam;
Mãos que se despedem, dizem até breve;
Mãos que se abanam enquanto se afastam;
Mãos que contrariam o coração que quer ficar junto, quando é preciso partir.
Mãos de esperança,
de aperto forte no reencontro.
Mãos que dá gosto tocar.
Mãos que se juntam para orar,
Mãos que se abrem para doar,
Mãos que escrevem poesias,
Mãos que sentenciam.
Mãos que tem perfume,
tem suor,
tem calor,
marcas profundas da vida e de dor
Essas mãos existem,
Algumas escondidas, tímidas,
outras atuantes, despojadas.
Eu tenho as minhas...
São pequenas, mas agarram bem.
Tem a pele macia porque são bem cuidadas,
são rosadas porque tem calor humano.
São mãos que me completam no ato de tocar, de sentir, de ver, de amar.
Mãos que afagam, mas sabem bater;
Mãos que já enxugaram lágrimas de alegrias e de tristezas.
Mãos que sabem confortar, que doa, que compartilha.
São mãos estendidas para você...,
Sempre!
Roses
Há sempre muito para se fazer e poucos para o fazerem.É interessante como a vida sobrecarrega alguns
e parece esquecer de outros. Ou será o inverso?
Alguns se sobrecarregam na vida porque só sabem viver em movimento
e outros simplesmente se deixam esquecer...para ir
“levando a vida na flauta”, como se diz.
Sei lá. Só sei que faço parte do primeiro grupo.. Acontece...!
Mas é bom! Acho que se fosse diferente eu não iria gostar.
Faz-me bem os desafios diários e os obstáculos que me surgem para transpor. Isso me estimula. Torna a minha vida interessante, desafiadora e gostosa. Faz-me olhar a vida com olhos de lince e a viver com intensidade e degustar com maior prazer, cada pequeno-grande-momento que compõe a minha história.
Roses
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